Pluma Decor: do segmento médio ao alto padrão
Um reposicionamento de marca que mudou o público, o portfólio e a forma como o produto chega ao mercado.
- Marca
- Pluma Decor
- Marca
- Pluma Decor
- Grupo
- Grupo Fabone
- Segmento
- Decoração
- Período
- 2025
- Atuação
- Liderança de marketing
O desafio
A Pluma Decor vendia no segmento médio e lançava produto de forma avulsa, sem nada ligando um lançamento ao seguinte. O representante entrava na loja sem material que sustentasse a conversa, e o cliente não tinha como perceber, na hora da compra, a qualidade do material que estava levando para casa.
Coleções no lugar de lançamentos avulsos
Reformulei a estratégia de produto: em vez de lançamentos pontuais e dispersos, coleções estruturadas, cada uma seguindo uma tendência de mercado e nascendo com propósito e história. A primeira delas, A Década de Ouro, ganhou o primeiro catálogo temático da marca. Em paralelo, negociei e fechei o contrato com uma influenciadora de mais de 32 milhões de seguidores, levando a coleção a um público que a marca ainda não alcançava.
O material que sustenta a venda
O reposicionamento não parou na comunicação — desceu para o balcão. O representante passou a ter ficha técnica de cada modelo, para defender o produto na loja, e cartelas digitais de couro e tecido, para fechar o acabamento durante a própria conversa. E o cliente passou a receber uma etiqueta com o verso em couro legítimo: o mesmo couro do estofado que acabou de comprar.
O produto onde a decisão acontece
A marca não tinha blocos 3D — e sem eles o arquiteto não consegue especificar o estofado no projeto, então coloca o do concorrente que tem. Criei os blocos e a Pluma Decor passou a existir dentro do projeto, antes de o cliente pisar na loja. No mesmo trabalho montei a renderização da peça já com o tecido escolhido, que resolve a maior insegurança de quem compra estofado: o vendedor mostra como fica, em vez de pedir para o cliente imaginar.
O resultado
A marca subiu de patamar na percepção de quem compra: produto de alto padrão, portfólio com começo, meio e fim, e um time comercial com material na mão para sustentar o preço em vez de negociar desconto.

A criação das coleções. Os lançamentos deixaram de ser avulsos e passaram a seguir a tendência do mercado, cada estofado nascendo com propósito e história por trás.

O projeto de etiqueta que elevou a percepção de valor da marca: o verso é de couro legítimo — o mesmo couro do estofado que o cliente acabou de comprar.

O catálogo da coleção A Década de Ouro: o primeiro temático da marca e o primeiro a sair como coleção. Até ali, cada produto era lançado de forma aleatória, sem propósito.

As fichas técnicas dos modelos, criadas para dar munição ao representante na hora da venda e abrir espaço para os produtos nas lojas.

O catálogo de couro em versão digital, para o representante e o cliente fecharem o acabamento durante a própria conversa.

O catálogo de tecidos, no mesmo formato. Couro e tecido em peças separadas, cada uma com a cartela inteira.

Os blocos 3D dos produtos, que a marca não tinha: agora o arquiteto especifica o estofado direto no projeto dele. No mesmo trabalho criei a renderização da peça com o tecido escolhido, para o vendedor mostrar o resultado antes de fechar.
Quer um projeto desses?
Me conta o que a sua marca precisa resolver e eu digo, sem rodeio, se consigo ajudar.