Guilherme Ribeiro
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Quatro feiras: do estande ao anúncio que leva o lojista até ele

As quatro edições do setor moveleiro, e as frentes que eu tocava em cada uma — do que ia para o estande ao que trazia gente até ele.

Grupo
Grupo Fabone
Segmento
Feiras de móveis
Período
2025 – 2026
Edições
4 feiras
Eventos
Yes Móvel Show e Lojas Colombo
Produto
Configurador 3D
Atuação
Tráfego, cobertura e apoio ao estande

O desafio

Feira é espaço limitado e público de passagem. Cabe uma fração do portfólio no estande, e quem passa no corredor decide em segundos se entra ou segue andando. São três perguntas para responder antes de montar qualquer coisa: o que expor, como dispor, e como fazer o público certo chegar até ali.

Minha parte em cada edição

Ajudei a escolher os produtos que iam para a feira e a definir onde cada um ficaria dentro do estande. Aí entrou um processo que a empresa não tinha: um projeto de disposição, com a planta do espaço e a medida de cada peça, que deixa preto no branco o que cabe e o que não cabe — antes disso, a decisão era no olho, e o problema só aparecia na hora de montar. E respondi por duas frentes inteiras: o tráfego pago da região, para levar o público certo até o pavilhão, e a cobertura de cada evento, registrando o que acontecia no estande para a marca continuar existindo depois que a feira fechava.

O 3D no balcão da feira

Levei os blocos 3D dos produtos para dentro da feira. Com o lojista na frente, eu montava o conjunto na hora: ele via como as peças ficariam na loja dele e conferia medida ali mesmo, em vez de levar um catálogo e imaginar depois. A dúvida que costuma adiar o pedido passou a ser resolvida durante a conversa.

O app dentro do estande

Desenvolvi um aplicativo de visualização 3D que rodava num tablet e num totem dentro do estande. Na Pluma, o visitante trocava os tecidos e abria e fechava o sofá retrátil; na Fabone, trocava as cadeiras do conjunto, a cor do tubo e o tampo da mesa. Num espaço onde cabe uma fração do portfólio, o app resolveu justamente o que não cabia: dava para ver qualquer combinação sem que ela precisasse estar montada ali.

O resultado

Das quatro edições saíram contratos grandes com redes — o tipo de cliente que dificilmente se fecha por telefone e que, quando entra, leva a marca para várias lojas de uma vez. Era para essa conversa acontecer que todo o resto existia: o que ia no estande, como ficava disposto, o anúncio que trazia o lojista até o pavilhão e o 3D que respondia a dúvida na hora.

O convite, com o app na mão

O vídeo-convite da feira, gravado na empresa antes do evento. Ele mostra o configurador rodando — o app não ficou esperando o visitante chegar ao estande, virou motivo para ele ir até lá.

Estande da Fabone montado no pavilhão da Yes Móvel Show São Paulo

O estande pronto na véspera da abertura — Yes Móvel Show São Paulo, 2026.

Estofado Dallas em couro exposto no estande

O estofado Dallas em exposição na Yes Móvel Show de Balneário Camboriú, 2025.

Notebook com os blocos 3D dos produtos aberto sobre a mesa do estande

Levei os blocos 3D para a feira em São Paulo e montava os produtos ali mesmo, na frente do lojista: ele via como o conjunto ficaria na loja dele e conferia medida na hora, sem depender de imaginação.

Planta baixa do estande com as peças e as medidas marcadas

A disposição dos produtos da Yes Móvel Show de Balneário Camboriú, 2025. O projeto dá clareza sobre o que cabe e o que não cabe no estande — antes disso, a decisão era no olho.

Render em 3D de um estande projetado para a feira de um cliente

O estande que projetei em 3D para a feira da Lojas Colombo: evento do cliente, estande nosso — o mesmo método aplicado em casa alheia.

Vista do estande com os estofados dispostos no pavilhão

O estande na Yes Móvel Show de Balneário Camboriú, 2025.

Quer um projeto desses?

Me conta o que a sua marca precisa resolver e eu digo, sem rodeio, se consigo ajudar.